A escalada de gastos do governo com o pagamento do seguro-desemprego já inspira estudos para restringir o alcance desse benefício, informa Gustavo Patu, em reportagem publicada na edição deste domingo da Folha (a reportagem está disponível apenas para assinantes da Folha e do UOL).
O governo recalculou as despesas previstas para este ano com o seguro-desemprego, de R$ 13,8 bilhões para R$ 15 bilhões, o que torna esse benefício o segundo programa social mais dispendioso para a União, atrás somente da Previdência Social, mas superando o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e a Bolsa-Família.
A expansão do seguro-desemprego, devido à maior formalização do mercado de trabalho, não é motivo de comemoração na área econômica do governo. O ritmo de crescimento desse benefício supera o dos demais programas vinculados ao mínimo e se equipara ao dos investimentos, considerados prioridades neste segundo mandato do presidente Lula.
FONTE: Folha de São Paulo
domingo, 25 de maio de 2008
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